Diz ao mundo que é agora, Desnudado, desafora! Sai à noite ou à aurora, Tanto faz; o que não fez é que periga.
Diz que instiga a revoada E que orienta, que nada! Vaia é vento, uma charada, Tão fugaz; dança a saia que esvoaça;
Sai ao mundo que é lá fora, Que fulgura vistoso, embora Aparente diferente. Já é hora! Ouve teu passo e o pio crente Desse pássaro, que anuncia, Em liturgia, o oriente.