3/7/09
Mas eu não queria o mal. Apenas não encontraria outra vez o mesmo pôr-do-sol na mesma tarde assim como a minha face não seria jamais a dele.
Esse era o depois: tudo se turvou. Digo: qualquer coisa que eu não fui. Ele. Qualquer coisa que eu poderia ter sido. Qualquer coisa um pouco mais dura e menos preocupada em entretecer ternuras. As minhas possibilidades esfaqueadas. Desde que tudo se turvou. Como o amava — e tanto — quis dizer-lhe que tivesse cuidado.
Mas apenas e antigamente guirlandas sobre o poço, Caio F. Abreu