Quem nunca estudou literatura? O Romantismo?
Provavelmente muitos nunca viveram o tal, mas com certeza estudaram. Aquela história programada com um final feliz que falava de um cavalo branco e um Shining Knight; ou aquela que termina com a loucura, o convento ou a morte. São dois lados da história que nos fazem estar sempre ávidos.
O romantismo idealiza, se tem de ilusões. Tudo é perfeito, feito de sonhos e sorrisos, coita e sentimentos de inferioridade.
Certa vez me avisaram que o amor existe, mas que acaba quando a relação de poder se equilibra, quando um não tem muito mais a ensinar ao outro; tornaram-se iguais. Então, o que fazer quando encontramos o equilíbrio? Em termos de ciência, dizer que encontramos o equilíbrio é dizer que morremos. Nossa vida esta em constante decaimento, nascemos e já começamos a morrer. Quem não é estudioso protesta! Como podemos estar morrendo, mal começamos a viver!
E isso é o que chamam de filosofia positivista. Os paradoxos estão espalhados pelas frases, fazem do homem o ser e o não ser, do viver o morrer, do amor ideal que trás felicidade e alegria a coita e a loucura.
Quem é que nunca passou por isso?