Tínhamos que ficar com quem nos faz feliz, certo?
Com quem nos faz bem, nos faz rir.
Conosco mesmo.
Não, não tínhamos, não teríamos, não vamos.
Não não não.
Isso aí, contradição.
Temos que ficar nada.
É isso aí.
É nessa hora que driblamos as coisas.
Ô, fazer o que?
Passando por um momento de desabafo, uma pessoa me disse que é importante as mulheres sentirem tpm porque deixa as mulheres mais sensíveis (de um modo bom), fazendo com que elas enxerguem além.
Tudo bem, tudo bem, mas é foda, é difícil, porque parece que enturvece (se é que existe esta palavra) a visão, e não conseguimos coordenar os cavalos, de modo que ele sai trotando seja lá para onde for. E aí, cabe a mulher simplesmente confiar e deixar para decidir o que falar ou fazer somente depois de as coisas realmente estarem esclarecidas.
Imagino que com as grávidas acontecem o mesmo.
Uma mulher grávida enlouquece. Passa por desejos tortuosos, imaginações alucinógenas e desorientações abruptas.
Não, não estou grávida, apenas acho que acontece assim, pelas coisas que vejo nelas. Questão de observação.
E vou colocar outra observação aqui: realmente, uma mulher de tpm não sabe se o que ela vê é realmente por causa da tpm ou porque está acontecendo realmente uma coisa errada.
Realmente.