2/3/08
Aquele odiável não era capaz de lhe encontrar defeitos. Rebuçados, diálogos do "Guffman", cozinhados intragáveis, aqueles dois dias pelo Haight-Ashbury com o jazz nas ruas, as mãos a procurarem-se quando viram a ponte, era tudo fixe. Ela deixava-se fotografar e desenhar por ele de todos os ângulos possíveis - gostava até.
O odiável não lhe encontrava defeitos, excepto um: ela não era... a outra.
Não conseguia deixar de pensar nela.
Foda-se, que odiável que ele era.
Tá demais a foto!!!
kiss**