3/18/08
Começar cartas que nunca vou mandar.
Uma música hoje me deu esta ideia.Descobri a algum tempo que escrever me faz bem, é como se extravaza-se tudo, arranca-se cada frase que sei que deveria te dizer e guarda-se pra mim, transformadas em longas cartas sem resposta.
Não me interessa saber que você jamais terá estas em tuas mãos.Pra mim basta tirar do coração e passar pra papeis, basta transformar angustia em belas frases, imaginando a ti com uma porção de papeis amarelados, cheinhos de sentimentos antigos, enquanto tentar adivinhar como 'nós' teriamos sido se não houvesse todo o MEDO e a CONFUSÃO que haviam em ti e entraram em mim.Basta pra mim, ao menos imaginar que você jamais deixará de gostar de doces e a programação da madrugada passando sem parar na TV ligada pras paredes.
Me basta ficar esperando dias e dias qeu teu nome apareça em meus e-mails, que quando meu telefone toque,seja teu nome no visor.Me basta saber que aquela música , quando toca, é do meu nome que você lembra.E que por lembrar ainda, de vez em quando, toca ela pra ti mesmo no silencio do teu quarto,apenas tu e o violão.Eu posso ao menos imaginar (...)
Hoje me bastam pouquissimas coisas.
'Já pensou em escrever uma carta para cada pessoa que foi (ou ainda é) especial para você? Uma carta onde você estivesse livre para escrever o que quisesse, já que não estaria mais aqui ao ser lida? '
d.
obrigado plo comentario!!!
nunca pensei em escrever nenhuma carta,tenho dificuldade para esse tipo de coisa,não para escrever,mas para demostrar oq sinto...
huahuahua