Limas
1/10/09
Eu vou fazer uma poesia como das que nunca escrevi,
Repeti, ou te disse,
Se o som poder levar-te,
Vou soprar-me junto com toda força de meus...
Quando editar a ilha sem temer o mar,
Com força sem vento onde chove e não faz sol,
Dos leques abertos por mim feitos para o calor que vai te percorrer,
E o arrepio vai ser bom, vicioso, em paz.
O nosso bom trato tem como feito as palavras,
E que sejam bem vindas de braços abertos,
Sem saudade do que foi bom para ter o melhor.
Tinha calamidades em vista,
E olhos fora delas,
Delas que retomaram-se,
Em visitas pequenas,
A grande rotação cabeçalhia,
Em toda criação calada...
Sabes que agora é filha,
Do pai que não conhece,
Mas tem no peito seu amor,
Pela filha que es.
Tenho um coração sustância,
Que precisa de emoçoes para bater,
Conheço o motor e onde pode pisar mais fundo para ouvi-lo...
Escuto-o atualmente,
Grandes reboliços, marcações bem feitas,
Sem o bater-se de frente...
De tudo que deixei para trás,
Sem que peceba,
Passou-se de ruim para bom.
Gosto de laranja doce,
Daquelas que lima a güela,
Com casca, e caroço,
Seu ácido tendo as metades,
Do engraçado casar sem namoro.
Humberto Fonseca
Oieam!