4/29/09
(...) Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
(...) E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças, dá-me tempo, de acertar nossas distâncias.
*FernandoPessoa*