Essa menina traz na voz a solidão dos desejos e a ingenuidade dos versos. Mas é menina... E traz acesos nos feitos de poucos direitos os doces e velhos preceitos que amadurecem os gestos. Essa menina traz nos olhos a solidão das palavras e a amargura dos dias. Mas ainda abre as asas, e canta... Canta alegria!