Estimados miembros, os informamos que Fotolog estará inaccesible de forma permanente en las próximas semanas.
El objetivo de esta comunicación es que podáis recuperar todos vuestros datos e informaciones lo antes posible, y en cualquier caso antes del 20 de Febrero del 2016.
Esperamos que podáis continuar con vuestros blogs y compartir vuestras fotos en otras plataformas.
Por favor, haced circular esta información a todos los demás miembros de la comunidad.

Dear members, the Fotolog platform could be permanently unavailable in the upcoming weeks.
We wanted to inform you of this matter, as hosting provider, so you can retrieve your data as quickly as possible and in any event before February the 20th of 2016.
We hope you can continue your blogs and your photos sharing on other platforms.
Do not hesitate to share this information with all other members of the community.

Chers membres, les services Fotolog risquent d'être définitivement inaccessibles dans les semaines à venir.
Nous souhaitions vous en informer, en notre qualité d’hébergeur, afin que vous puissiez récupérer vos données au plus vite et en tout état de cause avant le 20 février 2016.
En espérant que vous pourrez continuer vos blogs et vos partages de photos sur d'autres plateformes.
Pensez également à faire circuler cette information auprès de tous les autres membres de la communauté.

 
Avatar marisamonte

Waldonys cita Marisa Monte em entrevista

Trechos da entrevista de Waldonys em que o sanfoneiro cita Marisa Monte:

Tocou com Dominguinhos, Zé Ramalho, Fagner, mas foi com MARISA MONTE que ele ganhou o mundo. Fez turnê internacional e, na estrada, com ela, foi aprendendo a administrar a carreira da qual tanto se orgulha hoje. Ele pode não vender milhões de discos, mas nem pensa nisso ao finalizar cada trabalho. O mais recente álbum, Uni-Verso, é o décimo da carreira, que já ultrapassa os 20 anos. Devagarinho, no canto dele, sem o sucesso estrondoso (e meteórico) das bandas de forró eletrônico, Waldonys segue tocando seu forró, fiel às raízes de “seu” Luiz. Nesta entrevista, o sanfoneiro conta um pouco de sua história, de quando começou a tocar até o balanço que faz hoje do caminho que percorreu. Pelo meio, ele revela outra paixão, uma que quase concorre com a sanfona: a aviação.

OP - No começo, você poderia ser só instrumentista, depois veio o canto. Onde foi a encruzilhada?
Waldonys - Eu adorava - e gosto, adoro - acompanhar as pessoas e emprestar o lado músico do Waldonys. Passei muito tempo tocando com a MARISA (MONTE). Foi uma experiência ma-ra-vi-lho-sa, que, se eu pudesse fazer tudo de novo, eu fazia três vezes. Com o Fagner também não foi diferente. Sem deixar de falar aqui no Dominguinhos e no “seu” Luiz Gonzaga, que nem adianta, que é covardia. O Zé Ramalho também; tenho ido muito ao Rio de Janeiro para gravar com ele, que me trata sempre muito bem, e eu acho ótimo isto, esse carinho que eles têm comigo. Mas chegou um momento que eu tinha que decidir a minha vida. “MARISA, não dá mais”, era com ela que eu estava trabalhando na época, mas numa boa. Avisei com antecedência, coloquei outra pessoa lá e saí com as portas abertas. Sempre fui educado para isso: deixar sempre as portas abertas para tudo.

OP - Você fez turnê internacional e tudo com ela, não é?
Waldonys - Viajamos muito pro exterior. E eu também não era besta e ia deixando meu material, e isso depois rendeu umas viagens para fora já com meu trabalho solo. Mas lá fora foi maravilhoso. Porque abriram-se as cortinas dos grandes teatros, de Portugal, da Inglaterra, da Alemanha, por onde nós passamos, eu era sempre o ponta de lança: as introduções caíam na minha mão, os improvisos, os destaques. Mas eu resolvi sair, não dava mais pra conciliar a história do Waldonys músico, acompanhando a MARISA MONTE, com o Waldonys artista, fazendo show, principalmente quando chegava junho (durante as festas juninas). E eu ficava tentando me virar em dois, porque eu tinha que às vezes cumprir temporadas no Canecão ou no Olympia ou no Palace e tinha que estar na Bahia, em Pernambuco, na Paraíba fazendo o meu show. Eu saí, colocamos outra pessoa lá, ensaiei com a outra pessoa, só que ela não se deu com a pessoa. A gente se comunicava com o olhar no palco. Quando ela vem aqui a Fortaleza, ela vem em casa jantar, e ela: “Waldonys, vamos dar uma canja? Matar a saudade?”, “Na hora, MARISA”, e fui lá e dei canja no Segue o Seco, no Xote das Meninas e em Tenho Sede, que ela canta divinamente bem. Na última vez, eu acabei foi engajando na turnê, fazendo participação no Universo Particular.

Entrevista na íntegra em: http://www.opovo.com.br/opovo/paginasazuis/887277.html




On June 23 2009 184 Views



Avatar flavia_mariani

Flavia_mariani On 23/06/2009

Que mara... sempre legal ver que se valorizam!


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Introflog On 23/06/2009

holaaa como vaaa??

che me agregas a ffs dale avisame xfaaa seguro vas a estar en los mios comfia besoos nos vemosss




marisamonte

Favorite marisamonte

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