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Waldonys cita Marisa Monte em entrevista

Trechos da entrevista de Waldonys em que o sanfoneiro cita Marisa Monte:

Tocou com Dominguinhos, Zé Ramalho, Fagner, mas foi com MARISA MONTE que ele ganhou o mundo. Fez turnê internacional e, na estrada, com ela, foi aprendendo a administrar a carreira da qual tanto se orgulha hoje. Ele pode não vender milhões de discos, mas nem pensa nisso ao finalizar cada trabalho. O mais recente álbum, Uni-Verso, é o décimo da carreira, que já ultrapassa os 20 anos. Devagarinho, no canto dele, sem o sucesso estrondoso (e meteórico) das bandas de forró eletrônico, Waldonys segue tocando seu forró, fiel às raízes de “seu” Luiz. Nesta entrevista, o sanfoneiro conta um pouco de sua história, de quando começou a tocar até o balanço que faz hoje do caminho que percorreu. Pelo meio, ele revela outra paixão, uma que quase concorre com a sanfona: a aviação.

OP - No começo, você poderia ser só instrumentista, depois veio o canto. Onde foi a encruzilhada?
Waldonys - Eu adorava - e gosto, adoro - acompanhar as pessoas e emprestar o lado músico do Waldonys. Passei muito tempo tocando com a MARISA (MONTE). Foi uma experiência ma-ra-vi-lho-sa, que, se eu pudesse fazer tudo de novo, eu fazia três vezes. Com o Fagner também não foi diferente. Sem deixar de falar aqui no Dominguinhos e no “seu” Luiz Gonzaga, que nem adianta, que é covardia. O Zé Ramalho também; tenho ido muito ao Rio de Janeiro para gravar com ele, que me trata sempre muito bem, e eu acho ótimo isto, esse carinho que eles têm comigo. Mas chegou um momento que eu tinha que decidir a minha vida. “MARISA, não dá mais”, era com ela que eu estava trabalhando na época, mas numa boa. Avisei com antecedência, coloquei outra pessoa lá e saí com as portas abertas. Sempre fui educado para isso: deixar sempre as portas abertas para tudo.

OP - Você fez turnê internacional e tudo com ela, não é?
Waldonys - Viajamos muito pro exterior. E eu também não era besta e ia deixando meu material, e isso depois rendeu umas viagens para fora já com meu trabalho solo. Mas lá fora foi maravilhoso. Porque abriram-se as cortinas dos grandes teatros, de Portugal, da Inglaterra, da Alemanha, por onde nós passamos, eu era sempre o ponta de lança: as introduções caíam na minha mão, os improvisos, os destaques. Mas eu resolvi sair, não dava mais pra conciliar a história do Waldonys músico, acompanhando a MARISA MONTE, com o Waldonys artista, fazendo show, principalmente quando chegava junho (durante as festas juninas). E eu ficava tentando me virar em dois, porque eu tinha que às vezes cumprir temporadas no Canecão ou no Olympia ou no Palace e tinha que estar na Bahia, em Pernambuco, na Paraíba fazendo o meu show. Eu saí, colocamos outra pessoa lá, ensaiei com a outra pessoa, só que ela não se deu com a pessoa. A gente se comunicava com o olhar no palco. Quando ela vem aqui a Fortaleza, ela vem em casa jantar, e ela: “Waldonys, vamos dar uma canja? Matar a saudade?”, “Na hora, MARISA”, e fui lá e dei canja no Segue o Seco, no Xote das Meninas e em Tenho Sede, que ela canta divinamente bem. Na última vez, eu acabei foi engajando na turnê, fazendo participação no Universo Particular.

Entrevista na íntegra em: http://www.opovo.com.br/opovo/paginasazuis/887277.html




On June 23 2009 118 Views



Avatar flavia_mariani

Flavia_mariani On 23/06/2009

Que mara... sempre legal ver que se valorizam!


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Introflog On 23/06/2009

holaaa como vaaa??

che me agregas a ffs dale avisame xfaaa seguro vas a estar en los mios comfia besoos nos vemosss




marisamonte

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