close
You will be charged 0 for this gift when you post your comment.
This gift will be added to your comment for free!
 

****" 2009" Ni hao manunegra! "2010" ****

manu_negra

antropofágico,protocolágico, canecalônico,atropelático, pratofilônico,estrambonático... as …   More

Recent Photos

12/23/09
12/22/09
12/21/09
12/18/09
12/17/09
12/16/09

Recent Gifts

8/6/09
manu_negra
8/6/09
silvananunes
RSSRSS
((((((os miseráveis lll - locucionários & locatários))))))
Permalink | Share: Email Facebook Other

((((((os miseráveis lll - locucionários & locatários))))))

11/21/08
“quem ama não mata nem escruncha”


(excertos da loucur’alheia ou as minhas elucubrações)

atrás da sombra do medo
zarolho’ difamado míope
zombado pelo escruncho
recadeava sorrateiro aos ouvidores do sinistro’
susto sustenido da fala
pulava de frente
de dentro do espelho quebrado pel’ódio
os fragmentos que se’estilhaçam
traziam 7 anos de azar aos que dele se apossassem
às custas dos telefonemas
por 1 fio submarin’ou 1 satelético acústico
alardeava palavras & enunciados
à ’amante de lady GODIVA
enunciações de frio’u quente
desejo de calor
pra nunca calar a danadinha
que bandeada da banda
ia pra l’arararar
Barthes achava o gaguismo
a ARma contra o fascismo da língua
& foda é ótimo
sempre foi
ao contrário d’ambigua polissemia
que dificultava o ato de prazer
dizia & e-s—cre’via pela cidade:

“aquela mulher tem calcinhas rendadas
Gentileza gera gentileza
tem gosto pra tudo”



(...)

a carrocinha de hot-dog
vendia poodle em liq*uid-ação
co’mostarda $ quente’chupe
acompanhado de goles
de tinta’u vódka(fica)

tal dia’ qualquer hora - só na boca- do - boi

Guestbook Comments (20)

O APOCALIPSE DE jOÃO
O apocalipse de João

sobra[do] espaço aberto
Frei Caneca, 35-39/ Campo de Santan
em frente ao Hospital HemoRio.

livre[te] – improvisações artísticas
de 15 às 21h
Toda Terça


Exposição : Tertuliano, de Márcio Garcia
Ateliê de Arte Zik zira e Brechó - roupas, livros e objetos
Qualquer Jeans R$ 10,00!!!!
Artesanato Tig Hao
Biblioteca
Mesa de desenho coletivo
Pratos e Bebidas (R$ 1,00):

Tarde – sanduíche natural ou salada crua, chá /
Noite – Lentilhas (da tia Rita) e vinho

15h. ABERTURA: BRINDE DE MERDA
Jornal # JOGO# - Recorte, bate papo e reedição de fatos.

16h. Alongamento e jogos improvisados. Traga sua malha.

17h. LEITURA DRAMATIZADA.
O Imperador e o mendigo ou o Cão Morto, de Bertolt Brecht. Com Huguera Rodrigues e Karol Schittini

18h. INTERVENÇÃO MUSICAL com o grupo GIRAMUNDO
e roda aberta de instrumentos

19h. O Rouxinol e a Rosa, de Oscar Wilde. Com Juliana Longuinho e Thatiana Ornellas

20h. Bronca de Neve, de Felipe Barenco. Com Lidiane Ribeiro, direção Fernando Melvim.

entrada 1 moeda27 28 29 DE NOVEMBRO,
19hs
CENTRO CULTURAL LAURINDA SANTOS LOBO

SANTA TEREZA!

imperdível!

LIVRE TE - IMPROVISAÇÕES ARTÍSTICAS


SEMANA DA CONCIÊNCIA NEGRA - UFRJ

Por Giras Gerais é conhecida a banda formada em Niterói desde meados de 2007, comprometida com um projeto que relaciona uma poética afirmadora da vida, um plano de conexões híbridas de ritmos e sons em geral praticados em muitas partes do planeta e um teatro-dança de linguagens impetuosas e misteriosas. Ou seja, como já acontece em uma de suas nascentes, as idéias antropofágicas de Oswald de Andrade, trata de mesclar elementos de várias formações rítmicas, fazendo-as entrar em um colapso, em movimentos giratórios, e circulares, cruzar com outras, deixar passar novas... uma colcha de retalhos musicais, coleção de fragmentos assim como toda a formação da sociedade americana.

Confira também todas as promoções e noticias do GIRAS GERAIS na comunidade

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=42179231

e no MySpace
http://www.myspace.com/bandagirasgerais

MSN: girasgerais@hotmail.com

estou vendendo 1'a canon - eos - 1 n
analógica com drive
y
duas objetivas
uma 28/70 mm f:2.8/3.5
outra
70/300 mm f: 3.5/5.6
vc conhece alguém interessado?
preço 1200
o material está ótimo


bjs nossos

Si, Fosse Algo seria o Nada
http://malaguetasweet.blogspot.com/

Sou uma mulher madura, que as vezes brinca de balanço. Sou uma criança insegura, que as vezes anda de salto alto. Martha Medeiros

http://fredbar.sites.uol.com.br/outros.html
Sugestões de Poesia

Poesia contemporânea brasileira
Augusto de Campos - O grande inventor!
Ademir Assunção - Poeta de pegada forte
Amador Ribeiro Neto - Um crítico estréia como poeta
André Ricardo Aguiar - Excelente poeta paraibano
Antônio Mariano - Poeta paraibano de primeira
Arnaldo Antunes - Poeta trovador multimídia
Arnaldo Antunes e Josely Vianna Baptista - Leia online o livro Outro
Avelino de Araujo - Poeta visual de primeira
Cláudio Daniel - Poeta de rigor
Fabiano Calixto - Poeta jovem de muita força
Glauco Mattoso - O poeta da transgressão

COMENTEM AQUI
“sem distinção de tipos de flog” (Quantas linhas quiserem.)
NÃO SE ACANHEM / LIVRE ACESSO DE OPINIÕES... http://www.quicktopic.com/23/H/arpGw26iy8k
(todas as imagens postadas são minhas fotografias)

atoscontínuos de Teatro

27,28,29 de Novembro
19 hs,Centro cultural Laurinda Santos Lobo,Rua Monte Alegre,Santa Tereza!



Dia 10 de Dezembro
Livretinho
das 13 ás 18hs,
Centro cultural Laurinda Santos Lobo,Rua Monte Alegre,Santa Tereza!

(...)
1 cigarro’utro, mais outro...
http://galerias.escritacomluz.com/manunegra/albums/manunegra/aec.jpg
aquele pombo algo mais que 1 pássaro
certeiro correio do meu gosto de Sobre
Natural do lugar estranho
nas entranhas de um kardiakós
dói a dor semântica
Poli-
semicanemia dos extremos dantes
deste corpo vérsico
versos nus
sobre a tela
azul
neste phootoshopinga
que me embebeda de farsas atuais & eterna-mente
o poeta
mais 1'a mentirinha
que não doa ou não sofra
& lírico sombreie o'poema com efeitos
pós-modernos
pó-de-goa
pó-de-mico
pó-de-pedra
simplesmente
pó do homem
sobre o lameirão
que me lameia
sou a cor da chuva sobre a terra
souma poesia úmida

acessem:


Ana P. Perissé
No recanto das Letras:
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/anapperisse

Crônicas, delírios e afins em trígono:
http://trigonosobreonada.blogspot.com/


JULIANE Blog
http://ju-crepusculario.blogspot.com/


Cerèbrum
http://www.orkut.com.br/CommTopics.aspx?cmm=13362177



CREPÚSCULO DO JENIPAPO
POESIAS & PARAFERNÁLIAS

http://cresjenipapo.ning.com/

Quem ama não morre junto!



batardi cumpadi!

FRANCISCO CONRADO
DO PIAUÍ PRO MUNDO
Para Amor Letal

Amor,
está noite sonhei com Brigitti Bardot
e ela tinha as pernas abertas.
Nas minhas costas pesava o mundo
como uma pena que fazia cócegas.
E ela sabe quem eu sou?
Amor,
tua existência física
em meu corpo
é a dor.
Fora isso nem sei teu nome
embora soubesse o nome
nem saberia quem te come
e se soubesse quem te come
em posição fetal ainda teria fome.
Amor,
cansado de escrever quer só cantar
já se arvora na janela
pular pular?
o coração não é lugar pro corpo.
Amor,
céus de peixes me inundam
essa cerveja não é soda.
Me incomoda a amnésia
de uma ligação na tua hora.
Nossa distância é medida
em autoria formal,
saindo te de ti nunca fiz verso pra mim
Labirintico
teu corpo são as curvas do meu corredor.
Amor,
Deixo o sertão
mas não deixo seco a cabaça
amanhã sou cordel
e me devoras num pirão
Definitivamente,
O coração não é lugar de gente.

FRANCISCO CONRADO
DO PIAUÍ PRO MUNDO



Esse imortal poeta que tem no sangue de seus textos a forma de uma vida explicitamente e docemente... Um filho da puta que sabe usar as palavras certas no espaço em branco exato. Mestre nos cabeças-quebra??? Abraços grande poeta. Saudades imensas como a ponte Rio-Niterói

FRANCISCO CONRADO
DO PIAUÍ PRO MUNDO

Retrato

Frenética gritava:
Who,Who,Who?
Poética, exultava:
What the kind of kid is he?!
De sobreaviso e alucinado ou-via ou cantava
Strawberry fields forever.
Fora assim que nasceu
no dia um: poeta
no século vinte: o eu-lirico
no ano oitenta-7: a língua.

(...)
Arestas agudas saindo de seus deznove olhos
uma paixão por gentes
ex-trangeiras.

Novas roupas; velhas paixões idéias
continua fora de época
só bem mais aberto ao sol
não da terra mas da Terra
Prefere pão e leite ao cuzcuz
Poesia e música ao céu.

Ao escuro possui beleza
com palavras dissimula deus
contra o vento sempre contra
perdeu o ultimo bom-né da inconciência

Hoje é
com toda certeza pensa
tem um gênio da lâmpada...chaves de cadeia
e um castelo
com vista ao será

Quer agora o será
naquela velha parte
de transição viçosa e buliçosa
em sólido pelo flácido.

Todos os LIVROS em promoção!

Conrad imprensa@conradeditora.com.br
http://www.lojaconrad.com.br/livro/

KF partiu


http://www.youtube.com/watch?v=pBdDz7vHAFw


nu'des'espero
DE MÃOS NO BOLSO'
soldo dado ao rito'
CANSAÇO DA RIMA'
figura do poe'ta
NO LIMITE TÁ NA CARA'
capa da caveira'
prima tere'sina
DO PRISIONEIRO'
moleque travesso
em algum endereço

Pra lua

Antonio Prata


Não foi assim logo de cara. Claro, seu Julião e dona Neuza já tinham reparado numa coincidenciazinha aqui, uma sorte acolá, mas só foram perceber que Julinho tinha mesmo um dom especial no verão de 1984, em Caraguatatuba, assim que o moleque acabou de chupar o quinto picolé, de manga.

Quinze minutos antes, ao acabar o primeiro sorvete, um Fura-bolo, Julinho pulou de alegria: o palito viera premiado, dando direito a mais um. Até aí, nada de mais... Acontece que o segundo sorvete (um Esquimó) também dava direito a outro, assim como o terceiro (de coco), o quarto (tangerina) e provavelmente todos os que chupasse se, no quinto picolé — a barriga do garoto já estava parecendo uma tela do Pollock, tantas as gotas de diversas cores que escorriam em direção à sunga verde-limão—, o sorveteiro não tivesse dado com a tampa de isopor em sua cabeça e saído soltando os palavrões mais cabeludos, cujos significados Julinho só viria a descobrir muitos anos mais tarde, na perua do colégio, numa tarde de maio — o que não vem, absolutamente, ao caso.

continua em
http://www.releituras.com/antonioprata_menu.asp

Dois ou três almoços, uns silêncios. Fragmentos disso que chamamos de "minha vida". (Ilustrado)
Caio Fernando Abreu
Há alguns dias, Deus — ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus —, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.

Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer — eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom. Não me entenda mal — não aconteceu qualquer intimidade dessas que você certamente imagina. Na verdade, não aconteceu quase nada. Dois ou três almoços, uns silêncios. Fragmentos disso que chamamos, com aquele mesmo descuido, de "minha vida". Outros fragmentos, daquela "outra vida". De repente cruzadas ali, por puro mistério, sobre as toalhas brancas e os copos de vinho ou água, entre casquinhas de pão e cinzeiros cheios que os garçons rapidamente esvaziavam para que nos sentíssemos limpos. E nos sentíamos.

Por trás do que acontecia, eu redescobria magias sem susto algum. E de repente me sentia protegido, você sabe como: a vida toda, esses pedacinhos desconexos, se armavam de outro jeito, fazendo sentido. Nada de mal me aconteceria, tinha certeza, enquanto estivesse dentro do campo magnético daquela outra pessoa.

continua em
http://www.releituras.com/i_rodrigorosa_caioabreu.asp

Olhos de cão azul

Gabriel García Márquez


Então olhou para mim. Pensava que olhava para mim pela primeira vez. Mas então, quando se virou por trás do abajur, e eu continuava sentindo sobre o ombro, nas minhas costas, seu escorregadio e oleoso olhar, compreendi que era eu quem a olhava pela primeira vez. Acendi um cigarro. Traguei a fumaça áspera e forte, antes de fazer girar a cadeira, equilibrando-a sobre uma das pernas posteriores. Depois disso a vi ali, como havia estado todas as noites, de pé junto ao abajur, me olhando. Durante breves minutos não fizemos nada mais que isto: olhar-nos. Eu, olhando-a da cadeira, equilibrando-me numa das pernas traseiras. Ela, em pé, me olhando, com uma das mãos, comprida e quieta, sobre o abajur. Via as pálpebras iluminadas como todas as noites. Foi então que lembrei o de sempre, quando lhe disse: "Olhos de cão azul". Ela me disse, sem tirar a mão do abajur: "Isso. Já não o esqueceremos nunca". Saiu da órbita suspirando: "Olhos de cão azul. Escrevi isso por todas as partes”.
continua em
http://www.releituras.com/ggmarquez_menu.asp

AO JOVE’MESTRE c”onra”do

http://www.youtube.com/watch?v=wS-PLFAVs_s


entre K & F
não existe teleologicismo
algo como a desequência
atravessa suas lavras -pa
na berência da MADONA
nos beiços dela cinquentona
em tom Jobim
ou em TOM’arrom glacial
em branquelas estrangeiras
a pele morena tropical
em pleno solo da raposa serra do SOL
lá onde nasceu MACUNAÍMA
nosso herói sem caráter
& você nas’as do anjo torto
voa pra DEDÉU

To leave a comment, please log in by clicking one of the following


or join Fotolog now - it's free!
Connect
(for comments only) or join Fotolog now - it's free!