PARATY-PATATÁ
7/2/09
Detenhamo-nos, devo deixar-lhe um beijo
para Valquíria: este é o café, está escuro,
há que tropeçar nas cadeiras;
ali, naquele canto, brilha seu cabelo,
sua bela boca está incendiada
como um cravo de Granada
e não é de lâmpadas aquela luz azul,
mas sim os olhos da irracional,
é da pantera que sai da floresta
mordendo um rouxinol,
é ela, que ao mesmo tempo
rosa do destino, cigarra da lua,
canta o incompreensível e o mais claro,
se torna um colar de mágicos espinhos
e não está bem em nenhuma parte,
como uma sereia recém-saída do mar
e convidada a nadar no deserto.
UHUUU!!!!!!!!
Paraty é um sonho, né não? fico que nem criança em loja de brinquedo - não sei para onde olhar primeiro.
Beijocas e aparece, hein?
Renata!!