NÃO EXISTE INSULTO COMO A VERDADE
11/6/09
Eu encalhei meu barco nos rochedos da alma
Não existe mentira igual a independência
Não há demônio igual ao controle
Eu abanei as chamas vivas até minha casa pegar fogo
Não há paródia igual ao poder
Não há febre igual o desejo
Eu sequei o vinho das trevas até os resíduos do engano
Não há droga tão forte como o orgulho
Não há cegueira maior do que a arrogância
Eu parti pra cima de uma montanha com uma picareta e uma lima
Não há campo minado igual a presunção
Não há desejo mais mortal que a negação
Não há tiro igual a convicção
Não há consciência à prova de balas
Não existe força igual a fraqueza absoluta
Não existe insulto como a verdade
Eu manipulei minha receita até não conseguir confiar em minha visão
Não há assassino igual a conveniência
Não há doença igual a omissão
Eu consertei as decisões e resisti a explicações
Não há cilada igual a emoção
Não há cova igual a reputação
Não existe câncer igual a ambição
Não há cura igual a crucificação
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(Letra de Charlie Peacock e Douglas Kaine McKelvey do album Strangelanguage)