Estimados miembros, os informamos que Fotolog estará inaccesible de forma permanente en las próximas semanas.
El objetivo de esta comunicación es que podáis recuperar todos vuestros datos e informaciones lo antes posible, y en cualquier caso antes del 20 de Febrero del 2016.
Esperamos que podáis continuar con vuestros blogs y compartir vuestras fotos en otras plataformas.
Por favor, haced circular esta información a todos los demás miembros de la comunidad.

Dear members, the Fotolog platform could be permanently unavailable in the upcoming weeks.
We wanted to inform you of this matter, as hosting provider, so you can retrieve your data as quickly as possible and in any event before February the 20th of 2016.
We hope you can continue your blogs and your photos sharing on other platforms.
Do not hesitate to share this information with all other members of the community.

Chers membres, les services Fotolog risquent d'être définitivement inaccessibles dans les semaines à venir.
Nous souhaitions vous en informer, en notre qualité d’hébergeur, afin que vous puissiez récupérer vos données au plus vite et en tout état de cause avant le 20 février 2016.
En espérant que vous pourrez continuer vos blogs et vos partages de photos sur d'autres plateformes.
Pensez également à faire circuler cette information auprès de tous les autres membres de la communauté.

 
Avatar guscar2

VALE A PENA? - TOYOTA HILUX SW4 SRV 3.0 D-4D AUTOMÁTICA


Texto: Gustavo do Carmo
Foto: Divulgação

Nunca havia falado da Toyota Hilux SW4. O utilitário esportivo da mesma família da picape Hilux está entre nós há quase três anos. Foi lançado no final de 2005. Desde então, tem vendido razoalmente bem e sendo visto nas ruas com uma certa freqüência, embora um pouco menos que a irmã de caçamba. De janeiro a maio, a Hilux SW4 vendeu 2.993 unidades, bem mais que a Chevrolet Blazer (1.188), porém, muito menos que a linha Pajero (6.854, somadas as vendas do compacto TR4). Do Mitsubishi a versão que concorre de fato com o Toyota é o Sport HPE. Outros concorrentes como Nissan Pathfinder, Kia Sorento e Hyundai Veracruz aparecem lá atrás, com menos de mil veículos circulando. A primeira nem está na lista dos cem veículos mais vendidos. Curiosamente, são modelos tão modernos quanto a SW4.

Desde que chegou ao Brasil, há dezesseis anos, a SW4 sempre foi considerada a perua da Hilux. Na atraente nova geração, batizada IMV, agora fabricada em Zárate, cidade argentina, o parentesco ficou ainda mais acentuado. Ao mesmo tempo, a atual sport-utility tem suas particularidades. Apesar do desenho frontal idêntico ao da picape, seus faróis têm duplo refletor e a grade é escura com um friso cromado na parte superior. A outra tem refletores simples e grade na cor do carro. O interior cinza desta deu lugar ao bege para fugir da mesmice. O conforto é de carro de passeio, com o ambiente a lembrar o anterior Corolla. O acabamento é mediano. Poderia ser melhor para o seu preço. A maior atração é a iluminação do quadro de instrumentos Optitron, por LED, que garante um efeito quase tridimensional. A capacidade interna é para cinco pessoas (a SW4 anterior oferecia sete lugares), mas o espaço é melhor para os dois passageiros das extremidades do banco traseiro bipartido e reclinável. O passageiro do meio não tem encosto de cabeça, cinto de três pontos e ainda sofre com a elevação no piso. O porta-malas tem 900 litros. E não é com o banco rebatido, que aumenta a capacidade para 1.700 litros.

Vista de fora, a Hilux SW4 parece um monstro. Mas tem apenas 4,69m de comprimento, 1,84m de largura e 2,75m de entre-eixos. Até a medida das rodas é de 16 polegadas. O que dá a impressão de brutamontes é a altura de 1,85m. Apesar da tração 4x4 permanente, com reduzida e bloqueio do diferencial central de deslizamento limitado, é um carro mais urbano. Por isso, o ângulo de entrada de 30*, com 25* de saída, que eu achei pouco. O vão livre é de 22 cm. Por incrível que pareça, a SW4 é um carro leve. Seu peso de 1.900 kg só é maior que o do Pajero. Acelera de 0 a 100 km/h em 13,6 segundos, impulsionados pelo motor turbodiesel 3.0 D-4D de injeção eletrônica e direta de combustível por duto único (common-rail) e quatro válvulas por cilindro, rendendo 163 cavalos (boa potência). E é um carro gostoso de dirigir.

O conjunto em couro (bancos, revestimento das portas, volante e alavancas) e o câmbio automático de quatro marchas são os únicos opcionais da Hilux SW4. De série, ela vem com ar condicionado digital, vidros elétricos com abertura de um toque para o motorista, retrovisores elétricos, travas elétricas e alarme por controle remoto na chave, computador de bordo, piloto automático (só para o câmbio automático), rádio CD-Player com MP3, capacidade para seis discos e toca-fitas, tomada de energia no painel e no porta-malas, airbag duplo, faróis de neblina, freios ABS nas 4 rodas, entre outros. Tudo isso por R$ 160.300, com os bancos em couro e o câmbio automático. Esta opção de transmissão com bancos em tecido custa R$ 157.600. A SW4 básica sai por R$ 151.100.

Vale a pena? Pelo custo-benefício, não. Além de não trazer nada de inovador e faltar itens como encosto de cabeça e cintos de segurança de três pontos para o passageiro do meio e os dois lugares extras, as concorrentes trazem um pouco mais por muito menos. A recém-guaribada Blazer 2.8 Executive traz os mesmos equipamentos de série mais os bancos elétricos custa R$ 136.107. O Kia Sorento é mais potente e ainda tem EBD nos freios pode ser comprado R$ 119.900. Só que é vinte centímetros menor. O Pajero Sport, que tem o mesmo tamanho que a Toyota, mas também tem EBD custa R$ 121.435. Entretanto seu desenho é mais velho. A Hilux SW4 só leva vantagem no custo-benefício quando comparada à Nissan Pathfinder, que tem dimensões próximas e é moderna como ela, mas é mais potente e vem bem mais completa: tem airbags laterais, bancos elétricos aquecidos, EBD, controle de rádio no volante, controle de ar condicionado para os passageiros de trás e os sete lugares que justificariam o preço da Hilux. Porém, a Pathfinder custa R$ 184 mil.

Infelizmente, o belo desenho da Hilux SW4 não é suficiente para justificar o seu preço de 160 mil reais. O que é uma pena. Resta torcer para o custo de manutenção e a durabilidade devolverem o valor investido. O combustível faz a sua parte, com consumo urbano de 8 km/litro de diesel na cidade e 12 km/litro na estrada.





On June 22 2008 10309 Views



Avatar adonaibm

Adonaibm On 23/09/2008

Boa tarde Gu,
você tem interesse em me ajudar com o site:
www.autonewsbrasil.com.br

colocando fotos de carros?

um abraço


Avatar recifcars

Recifcars On 25/06/2008

Belo carro, vende muuito bem e tem uma boa relação custox benefício dentro da sua categoria, mas...perde em status e exclusividade para outros modelos importados, já tá ficando figurinha carimbada...


Avatar guscar2

Guscar2 On 22/06/2008

VEJA TAMBÉM:

Foto da traseira:
http://fotolog.terra.com.br/guscar2:107

Foto do interior:
http://fotolog.terra.com.br/guscar2:106

**************************

Este foi o último texto postado aqui no Fotolog Terra. A partir do dia 9 de julho, o Guscar muda-se definitivamente para o endereço http://www.novoguscar.blogspot.com

Aos colegas do Terra, meus sinceros agradecimentos e, extensivo a todos os leitores, vejo vocês lá!





1 Favorites Groups »

  • renault18

    Renault18

    Es un Fotolog dedicado al automóvil Renault 18, pueden ser publicadas fotos de este automóvil, en buen estado, en malo o como sea, una parte de él, de carrera, de rally o lo que sea relacionado con este gran auto Renault.




Tag - Funny
Loading ...