A minha mão não quer,
Que eu mate agora,
Eu mesmo nunca sei.
Eu posso dar,
Posso dar mundo,
Tal fosse um copo grande embora sem o fundo.
Eu não entendo mas amo quem tu és,
E que assim sendo padeço a teus pés.

Matei o monstro da monogamia,
e a minha vida parou na letra ...

On July 06 2007 Edit






gravito

unknown - 24/06
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Odivelas, Lisboa, Portugal




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