Avatar pseudokane3_5

SOBRE O FILME QUE VEREI NO SÁBADO + UM REFRÃO (E/OU UM POEMA)

"If I regret us
I'm denying my soul to grow
don't remove my pain
It is my chance to heal

We carry the same wound
But have different cures
Similar injuries
But opposite remedies"...


Os versos acima correspondem ao refrão de "Not Get", sexta faixa do mais recente álbum de Björk, "Vulnicura" (2015), o qual ouço compulsivamente nos últimos dias. Identifico-me bastante com esta letra de ressentimento imputado e angústia pós-separação. É mais ou menos o que acontece comigo, principalmente levando em consideração a simbologia do dia de amanhã, data de aniversário de mais um rapaz que amo - e que insiste em me rejeitar...

Na imagem, Julianne Moore, protagonista do desenxabido filme "Para Sempre Alice" (2014, de Richard Glatzer & Wash Westmoreland), que provavelmente lhe renderá o Oscar de Melhor Atriz este ano. A sua atuação não é ruim, obviamente, nem tampouco o personagem, mas o filme é vago e a composição dramatúrgica do mesmo é rala. Na trama, a angústia das memórias que se perdem, quando uma professora de Lingüística adquire uma forma precoce do Mal de Alzheimer... Pena que o roteiro não saiba como nos emocionar!

Num dos momentos mais interessantes do filme, a protagonista recita um célebre poema da norte-americana Elizabeth Bishop. Faço côro com ela: "– Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada"...

Será?
WPC>


poesia cinema paixonite tristeza músicamemória identificação ausência

On January 29 2015 at Sergipe, Brazil 71 Views






Tag - Miley-cyrus
Loading ...