Avatar pseudokane3_5

DA ILUSÃO ENQUANTO LIVRE-ARBÍTRIO...

Um professor – que também é um grande amigo – declarou, em determinada oportunidade, que considera José Padilha o melhor dentre os diretores brasileiros contemporâneos. Por este motivo, era emergencial que eu analisasse os acertos e deméritos de “Robocop” (2014): não obstante eu detestar regravações de filmes – por considerá-las desnecessárias em sua grande maioria – o enredo do filme resolve bem muitos problemas tramáticos, em comparação à maravilha original, dirigida por Paul Verhoeven em 1987.

Se, na versão verhoeveniana, as contradições sociais potencializadas pela conjunção entre corrupção e tecnologia davam a tônica do excelente roteiro, na versão mais recente, as seqüências de ação e as situações langorosas envolvendo a separação familiar são mais determinantes. Mas, ainda assim, o filme não é ruim: apesar de eu considerá-lo apenas mediano, fiquei pensando em sua trama durante um bom trecho desta noite de sábado...

Ao término da sessão, enviei mensagens para alguns amigos, compartilhando as minhas impressões sobre o filme, e tive problemas para dormir, ansioso em relação ao que me espera nesta jornada dominical de trabalho. Que tudo seja pleno de aprendizado!

Ótimo domingo para todos nós!
WPC>


cinema cotidiano paixonite subtexto trabalho amizade diálogo

On March 29 2015 at Sergipe, Brazil 6 Views






Tag - Graffiti
Loading ...