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SEXO TAMBÉM É AMOR!

Na noite de ontem, realizei um anseio cinefílico antigo: finalmente assisti ao clássico ‘trash’ “Tromeu & Julieta” (1996, de Lloyd Kaufman), versão ‘punk’ e ‘gore’ da antológica história de amor escrita por William Shakespeare (1564-1616). Na trama, Tromeu é um adolescente boêmio, mas que sonha com o amor verdadeiro, a ponto de masturbar-se diante de programas de computador em que mulheres expõem os seios e, logo em seguida, alegam que os mesmos são propícios à amamentação dos filhos do casal; Julieta, por sua vez, é continuamente torturada e aliciada pelo pai, encontrando apoio em sua governanta lésbica, apaixonada por ela. Tromeu aprecia tatuagens; Julieta é vegetariana e tem pesadelos com pênis mutantes. Os dois estavam destinados a se encontrar – e, apesar do excesso de violência do filme, até que o final é feliz! (risos)

Ao meu lado, durante a sessão, estavam alguns amigos de trabalho e um rapaz por quem sou deslumbrado, mas que é atravessado por inseguranças atrozes vinculadas à publicização de suas tendências homoeróticas. Quando voltávamos para casa, ele não teve receio em retribuir o meu afeto – por mais direcionadamente erótico que pareça à primeira vista. No automóvel, tentei tocar em seu corpo, alisar suas mãos, demonstrar-lhe, através de carícias, que o amo. De repente, percebi que ele abriu o zíper de sua calça. Queria que eu o masturbasse...

Não foi algo vulgar: foi bonito, mútuo!
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On August 15 2014 at Sergipe, Brazil 127 Views



Avatar mirous

Mirous On 16/08/2014

Nunca ouvi falar, mas adorei seu comentário. Dica anotada!





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