11/12/09
O intervalo de tempo é uma questão estranha e contraditória na mente. Seria razoável supor que um período de rotina ou monótono pareceria interminável. São tempos insípidos que não têm qualquer duração. Já os tempos impregnados de interesse, marcados pela tragédia, transbordantes de alegria, são tempos que parecem mais longos na memória. E é justamente então que se começa a pensar a respeito. A monotonia não tem marcações para assinalar a duração. De nada a nada não é qualquer tempo.
12.2008