5/23/07
Ego
Bates em minha face moral
O que eu fiz?
Qual a rasão para tamanho ódio coletivo?
Qual a rasão para eu ser odiado por tantas pessoas?
Se sempre as minhas intenções foram boas, por que tudo isso?
Eu sou incompreendido, porque essas pessoas são tolas
Eu sou o herói dos incompreendidos
Sou a cura para a solidão
Mas ninguem percebe, corta-me a mão
Eu sou a cura
Aquele que lhe tira a escuridão
Mas torça-me, quebre em minha costas
Toda a cólera de seus problemas particulares
Foda-me como uma puta suja
Como aquela garota que ama, sem saber o que é o amor
Espalha seus costumes podres
Sua felicidade barata, sua dor
Por que devo falar de amor, amar?
Se não vivemos essa realidade
Se vivemos em um mundo de guerra
Em que todos nada mais pensam que matar, um ao outro
Eu os dei uma chance enorme para serem felizes
Mas mutilaram-me de forma injusta
Então os farei infelizes