Luxo, poder e sedução. Luz, Câmera e Ação.
11/18/09
Compras, luxo, glamour, “fashionismos” e eternos bailes repletos de peruas, com suas bolsas Gucci e sapatos Jimmy Shoe, ternos Armani escondendo os verdadeiros plebeus por trás destes símbolos consumistas incorporados na sociedade que se vive hoje.
A cultura tornou-se Indústria, e esta por sinal faz seu papel de vende-la muito bem, o mundo moderno se desenvolve e se apóia nos símbolos que descaracterizam a verdadeira face humana, mostrando somente status e uma impecável imagem constituída por marcas simbolicamente com níveis elevados.
Um homem enfim vive seu momento “de falta de acabamento” tornou-se fácil de ler, o homem não sabe mais quem é por baixo do manto cheio de adesivos com nomes que nem ele mesmo sabe o que significam, mais o importante sempre será usa-los independente do que representam, o mundo tornou-se motivo de propaganda e nada mais se salva, tudo virou consumível, e o que mais se pode querer?
Músicas, filmes e peças teatrais conseguem subjetivamente implantar ao mundo a semente do incontrolável consumo, e o homem adora consumir e se tornar parte destes símbolos, desta “Indústria Cultural”, hoje o que se compra não são mais produtos para o bem maior, mais sim marcas para aparecer melhor.