Na foto: Rick, Morgana, Chilena e eu no backstage do GT3 em Interlagos.
Antes de contar do meu fim de semana caberia muito bem falar sobre o que nele realmente faltou. Se fora visível para uns, para outros o tema até seguiu como repetitivo. Fazer o que se quando gosto, eu gosto? E falo, disserto e menciono a pessoa a cada dois minutos ou ao tempo que me der na telha, mesmo que sintomático. Aline: este meu problema ou será minha solução? A fim de não encontrar uma resposta, continuo. A dita cuja viajou quinta-feira passada e só voltou ontem, domingo. Fiquei à mercê do destino, jogada ao relento e entregue as traças. Sim, sou mais carente que criança abandonada e equivalentemente dramática a novela mexicana.
Sexta-feira – três de julho
Saindo do trabalho, que anda exaustivo e gratificante, encontrei a senhorita Mariana, vulgarmente conhecida por Fanta de Uva. Nos encontramos no Bar da Loca e bebemos por lá horas, até chegar uma dezena de amigos. Mudamos de bar umas três vezes, vimos a Fanta quebrar dois copos, tropeçamos, falamos alto e nos exaltamos, desta vez um pouco fora do normal, tenho que confessar.
Chegaram a Bia, Pucca, Pathy Pequena, Vanessa, Tati (a virgem), Suh, Laura, Igor, Arthur, Cah e Carol, se vale mencionar adoro este nome. Deve ser, como já disse antes, pela música Carolina Carol Bela. Enfim. Seguimos para a DJ Club. Trêbadas, risonhas e todas em um carro: o meu – sim, tenho a capacidade de levar sete pessoas.
A balada foi engraçada demais, não sei se pelo teor alcoólico de todos. Tecno e eletro house. Foi divertido, muito. Fato! Confusões à parte, e incrivelmente nessa não me incluo, tudo decorreu bem. Tão bem que ficamos por lá até setes horas da manhã em um andar completamente desconhecido, sentadas em um sofá antigo e conversando abertamente e livremente sobre sexo. Saímos com o despontar do sol quando apagaram a luz da pista, desligaram o som e nos expulsaram. Sim, deveria ser a hora de ir embora!
Sábado – quatro de julho
Encontrei com meu pai. Em seguida busquei a Cah e fomos para o aniversário da Cinthia em um bar descendo perto da rua Augusta, um lugar cheio de velas e todo aconchegante. Amigos, cervejas e muito papo engraçado. Válido até ás quatro horas da manhã. Um sábado tranquilo na minha vida!
Segunda-feira - seis de julho
Entre os dias 6, 7 e 8 de julho está acontecendo o Encontro Bravo! de Jornalismo Literário. O encontro é só para funcionários da Abril e por sorte me compreendo neste quesito. Hoje pude participar de duas palestras que, sem dúvida, marcaram a minha vida: Gay Talese e João Moreira Salles.
O Gay Talese é um ícone se tratando de jornalismo. Ele é um americano inventor do Novo Jornalismo. Um talento quanto profissional. Participar de uma palestra dele muito provavelmente foi um dos grandes prazeres da minha vida. Ah! Quanto ao João Moreira Salles, documentarista e editor da revista Piauí, foi mais um desses momentos de tesão na vida. Quase que inesquecível..!
Sai de casa às seis e meia da manhã, voltei às dez horas da noite e com uma única certeza: que tesão de profissão que fui escolher para minha vida. Imensurável..