A casa do Olhar convida:Exibição Individual
"Todo Ouro do Mundo", com a artista "D ninja"
A exposição fica até dia 18 de Julho
http://www.flickr.com/photos/dninjaCASA DO OLHAR - LUIZ SACILOTTORua Campos Sales, 414 - Centro - Santo André - SP
Realização: Casa do Olhar
Apoio- Prefeitura de Santo André, Tintas X-ROW, Fhoska.
------------------------------------------------------
http://www.flickr.com/dninjaTransposição do [b]Rio São Francisco, matar sede do povo??? mentira do governo!!!!!!! Pobre Rio São Francisco....[/b]
Uma análise do documento com argumentos contrários à transposição, formulado no seminário convocado por frei Luiz Cappio, em Brasília, permite uma constatação:o governo mente, e mente muito. Toda a propaganda oficial gira em torno da redenção do povo sertanejo. Os 12 milhões de pessoas espalhadas pelo Semi-árido, que sofrem os efeitos da seca, seriam beneficiadas pela água do São Francisco.
No entanto, o documento denuncia que o próprio relatório de impacto ambiental ( RIMA) da obra informa que a abrangência do projeto é de uma área de, no máximo, 7% do Semi-árido. “ 90% do território continuará na mesma situação”, prevê o texto. Além disso, as regiões supostamente beneficiadas pela transposição têm água suficiente para atender com segurança às demandas urbanas e agrícolas atuais”.
O Ceará tem potencial para atender em até quatro vezes as demandas por água para todos os seus usos. O Rio Grande do Norte, mais de duas vezes. E a Paraíba mais de uma Vez e meia. Portanto, não existe déficit hídrico nos Estados beneficiados”, decreta o documento.
Sendo assim, para que serve a transposição? Se a água não é para o abastecimento humano e animal, ela só pode destinar-se a atividades econômicas, tais como a irrigação, criação de camarões e usos industriais. O governo reconhece isso. Na página da internet do Ministério da Integração Nacional, principal empreendedor do projeto, lê-se o seguinte texto:” Embora o abastecimento doméstico possa ser, em princípio, suprido com os açudes existentes, o fato é que, em algumas bacias, o nível de comprometimento com usos múltiplos da água vão se tornando críticos, com a prioridade dada aos usos urbanos interferindo com as atividades produtivas da população rural e até do consumo industrial.
A inibição de atividades produtivas já aparece clara, por falta de planejamento de médio prazo ou por inviabilidade de novas outorgas d`água, na medida em que os usuários já estabelecidos pressionam por manter seus direitos de uso, mesmo quando não prioritários para o consumo humano. Os conflitos tendem a se agravar, tornando a gestão da água complexa e afastando o investimento privado, em face dos riscos envolvidos”.
Segundo a interpretação feita pelos signatários do documento, o texto do Ministério admite, “que há água para o abastecimento doméstico na região”. Ou seja, o problema é a “inibição de atividades produtivas”, pois os “usuários já estabelecidos pressionam por manter seus direitos de uso, mesmo quando não prioritários para o consumo humano”. Além disso, a obra está orçada em R$ 4,5 bilhôes. As empreiteiras da região, acostumadas às regalias da indústria da seca, esperam ansiosas.
Trabalho irado demais .....
Bj e boa semana pra ti!