.há os que nunca. desses se podem colher apenas migalhas de cores que escorrem das poeiras de suas vozes.
.há os que às vezes. são os que - incertos entre ser trovão ou murmúrio - teimam silêncios no meio das canções das petúnias mais musicais.
e
.há os que sempre. seres de cores extensas e sábias. mas também um tanto selvagens - exaltados que são seus sentires apaixonados incendiários lúbricos.
.todos fazem jardim à beira da existência. mas apenas os últimos atravessam as eras com suas flores inesquecíveis.
Photo uploaded at 6:26 AM
quero silêncio de flores vivas