3/10/05
Num Copo de vinho afogo minhas magoas
Em um papel, escrevo minhas angustias
No silêncio, escuto minha alma
No escuro vejo uma rosa
Separada pelo destino do seu ramalhete
Rosa despetalada
Com espinhos quebrados
Rosa que não tem mais o brilho da vida!
Uma rosa que sangra,
Assim como meu coração
A vida já não me faz sentido
Hoje aqui, amanhã tanto faz
Nos pulsos, as marcas dos meus piores dias!
No pensamento, um amor não esquecido
No coração ódio
Estou pouco-a-pouco desmoronando
Já não escuto minha alma
Já não escrevo
Só bebo!
E vejo sangue derramando sobre mim!
Será o fim?
By Cínthia Araújo