Hellou,
Bom, tá, eu tava sem net, o prédio da Telefonica pegou fogo e não sei mais o que. O sinal ainda tá escroto, mas pelo menos conectou.
Eu queria postar agora uma sequência do Heath, porque eu amoamoamo o Heath e Oscar e tals, mas eu achei um texto tão true do Hugh {Jackman, pls} que precisei postar. Afinal, eu também amoamoamo o Hugh. Well, ai vai.
[u]Um apresentador com pele de lobo[/u]
{ http://rascunho.net/artigo.php?id=2426 }
Ele é o mais famoso dos mutantes de garras afiadas e foi recentemente eleito o Homem Mais Sexy do Mundo. Este ano foi o escolhido para apresentar os Óscares. Mas estará à altura?
Poderia ter vivido há 50 anos. Se tivesse compartilhado o grande ecrã com Clark Gable, Fred Astaire ou James Stewart, de certo que ninguém o estranharia. Há no olhar de Hugh Jackman espelhado nos intensos olhos castanhos o reflexo da Hollywood de outros tempos. Uma Hollywood onde o glamour era a palavra de ordem e as estrelas de cinema entidades intocáveis.
Ao longo dos últimos anos, a Academia tem tentado desesperadamente invocar o sentimento perdido desses anos dourados (provavelmente num esforço de legitimar a sua própria existência). No entanto, sempre lhe faltou algo: um mestre-de-cerimónias tão anacrónico como a própria ideia que serviu de base à Academia. Um verdadeiro host. O australiano Hugh Jackman é esse homem.
A crítica política de Jon Stewart foi posta de lado (reflectindo a mudança administrativa ocorrida nos próprios Estados Unidos) e deu lugar ao verdadeiro espectáculo, na acepção mais clássica da palavra. Laurence Mark, o produtor responsável pela transmissão televisiva da 81ª edição dos Óscares da Academia, não tem dúvidas: Jackman foi escolhido simplesmente porque queremos que a cerimónia seja divertida.
Jackman dança, Jackman canta, Jackman representa. Não esperemos, portanto, a típica abordagem humorista a que a Academia nos tem habituado. Os seus dotes artísticos já lhe valeram um Tony e um Emmy. É caso para perguntar: Para quando o Óscar?
De aspirante a jornalista a rei dos palcos
Filho de pais ingleses, Hugh Michael Jackman começou desde cedo a despertar para a representação. Ainda não tinha cumprido a meia década de vida e já fazia de Rei Artur em Camelot. Os seus pais sobretudo o pai, Chris Jackman, com quem viveria a partir dos oito anos, com mais cinco irmãos, depois do regresso da mãe a Inglaterra sempre o encorajaram a desenvolver-se artisticamente.
Trabalhou numa bomba de gasolina enquanto tirava um Bacharelato em Comunicação. A ideia era ser jornalista. A representação falou mais alto. Começou a ter aulas na Academia de Artes Performativas da Austrália Ocidental até 1994. Por essa altura o futuro era uma incógnita. Depois de acabar o curso de representação vou dar tudo por tudo durante cinco anos. Se nada acontecer vou fundar a minha própria companhia de teatro, ou algo do género. Não vou estar toda a minha vida à espera que o telefone toque, disse há cinco anos à revista Interview.
Hollywood com garras e dentes
Não teve que esperar muito tempo. Quase imediatamente integrou o elenco da série televisiva australiana Corelli, onde conheceu a sua futura esposa, Deborra-Lee Furness (com quem está solidamente casado desde 1996). Seguiram-se outras séries de televisão que ia intercalando com participações nas versões australianas de musicais como Beauty and the Beast e Sunset Boulevard. Em 1999 foi considerado a Estrela Australiana do Ano, e nesse mesmo ano deu o salto para Hollywood.
Brian Singer viu-se obrigado a substituir a sua primeira escolha para Wolverine (o escocês Dougray Scott) a meio das filmagens de X-Men. Jackman candidatou-se. O resto é história. No entanto, nunca esqueceu a paixão pelos palcos. Em 2003 estreou-se na Broadway com The Boy From Oz, um musical que lhe valeu o Tony Award (os Óscares do teatro norte-americano) em 2004. O encenador do espectáculo, Phil McKinley, considerou-o o sonho de todos os realizadores.
O homem mais sexy do mundo
Mas o que o levou a representar? Jackman admitiu em 2004, ao MSNBC News, sentir um desejo em chamar a atenção. Eu tenho a necessidade de ser respeitado pela pessoas
E tenho a certeza que problemas a esse nível, admitiu. Se ao menos a legião de fãs tivesse sabido disso mais cedo
Atenção é precisamente o que não lhe tem faltado nos últimos meses. Em Novembro foi considerado, pela revista People, O Homem Mais Sexy do Mundo. Pelo menos dez pessoas mandaram-me fotografias minhas quando jovem, bêbedo e escreveram isto é que é o homem mais sexy?, revelou recentemente à agência AFI. A esposa Deborra-Lee Furness considera-o um romântico que canta baladas em casa e faz panquecas para os filhos [Oscar, de oito anos, e Ava, de três], mas sobre a eleição brinca dizendo apenas que obviamente Brad [Pitt] não estava disponível este ano.
Dias depois, foi escolhido para apresentar a gala de ent
On February 27 2009
Edit