2/1/06
um dois
olho ao redor. tem ninguém, né? então tá. explica pra não se entender, respira e
um dois três quatro!
rasguei a carne de meus dedos enquanto tangia as cordas de uma guitarra imaginária. ou seria um baixo? vermeeeelho. escrevi uns cinco versos na parede, desenhei aquela estrada sinuosa que leva ao crepúsculo, escalei a parede e pendurado numa das pás do ventilador ainda escrevi mais no teto. ou seria no chão?
mente e coração fora de sintonia. no reverso. da serenidade. que seria. o delírio?
*pam pam ram pam* if iii geeeet ooold, iii will not give iiin.. but if i dooo, remiind me of thiiis *tum tum tum*
tenho sorrisos tatuados, sorrisos que transpiram pelos poros e a gente sente, mesmo a quilômetros de distância, sorrisos e o tremeluzir selvagem das essências, e as inspirações recorrentes me abraçam com carinho ilimitado: estás bem.
tenho sorrisos manufaturados, frutos da minha inexorável auto-negligência, das fronteiras que nunca vou respeitar, da entrega a que me submeto e na qual me refestelo sem reservas: estou bem.
sim! são motivos diferentes entre si, mas a felicidade é coisa única, seja como for. sorrisos estampados como resultado.
quando montar uma banda, queria muito realizar meu sonho de infância e terminar uma música com
quatro três dois um!
e vou guardar o zero como carta na manga, o gatilho para acionar a minha singularidade. o buraco-negro em mim.
// adam green - 'over the sunrise'
lindas suas fotos.