[_ de um profundo e silencioso suspiro].
Não há nada de novo. Não há palavras, canções, rostos, sorrisos, experiências inusitadas.
As músicas são as mesmas de sempre; aquelas que "surgem" atualmente, não me tocam, não me comovem.
Não vejo histórias novas... ouço conversas alheias e vejo que a vida de diferentes pessoas parece ser praticamente a mesma. Claro que, cada qual com sua experiência, seu trauma, sua alegria... porém, no fim das contas, são todos iguais: trabalho, família, anseios, lutas.
Não ouço palavras de sabedoria. Talvez eu tenha perdido, relativamente, a minha humildade, a minha sede conhecimento, mas o fato é que os conselhos que a mim chegam são todos comuns, aplicar-se-iam à vida de qualquer pessoa.
Os filmes são os mesmos; os programas de TV também.
Curioso é que, quanto mais se tenta ser diferente, mais igual aos outros nos tornamos.
E ontem, olhando pela janela, em meio a um suspiro profundo e silencioso, senti uma paz e disse a mim mesma: eu sou, realmente, feliz. E sorri.
E tudo volta a ser... igual!
[eu prometi que as novas idéias, as novas tensões, as novas palavras, as novas canções, só aparecerão quando você chegar.]
Pow Katita, eu não tava cheirando! A posição era só pra que as flores coubessem na foto!
UAHUAHUAHUAHU
apesar de naum ter lido todo o texto ....legal esse post hein !! hauhauhauahuah (falsidade) uahuaha
bjus dÊEEEEEEEEEEEEE
Tá contratada como minha co-autora (senão A autora principal) do meu libro de auto-ayuda hauhauahuahua
Bjooo
Bora JÁ pro bar!
;*
Que bom que você encontrou seus blogs. hahaha
E ah, já tenho um nome pra bagaça pseudo-cultural. Eu só preciso aprender a escrever de novo :~
Cheirando rosas artificiais...rs...rs Só vc mesmo hahahahaha
Qto vem nos visitar hein Dona Desi?
Beijão