Eu sempre peço pra ela ir embora, mas sem muita
certeza
Por que quando ela fica, enxergo com mais clareza
Tua delicadeza, alento que conforta
As horas silenciosas, que o coração não suporta,
importa
Dizer o quanto aprendo com ela, o quanto ela se
contradiz se mostrando assim tão bela
É engraçado como tua presença mexe comigo
Uma hora é cativeiro, outra hora é abrigo
Ora me esbofeteia, ora me estende a mão
Às vezes se faz lágrima, mas sempre se faz canção
Tua voz, sussura em meu ouvido
Nesse penor feroz, dá ainda mais sentido
Ao que vejo a minha frente que se diz realidade
A força, que ela me dá vem vestida de verdade
Mas te-lâ, perto sufoca, é tão difícil entender
Não à quero, longe demais, nem tão perto pra te ter
Tristeza...
Eu fiz de um medo um espaço, ideal pra fugir
Da dor que rege o compasso, e não me deixa dormir
E ela aumenta, a voz dela me alimenta o saber
O tempo para, vozes chegam, me fazendo escrever
Eu vou de encontro ao que me bate o coração com
leveza
A caneta se arrepia quando sinto tristeza
Meu canto (envolto?), o que os anos me causaram
Muitos irmãos se foram e saudade deixaram
Mas continua, e às vezes se disfarça
Confunde os presentes, às vezes vem de graça
Me arremessa para um outro lugar
Até no fim que reticente se tornou linear
O meu olhar, (cruel?) que estranha esse opaco
São poucos os minutos que eu me sinto fraco
A ligação torna os momentos imortais
Me leva a tristeza quando penso nos tais
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=]
bjus
=]
PaZ
iconekill said on 4/22/08 7:16 PM …
Mas continua, e às vezes se disfarça
Confunde os presentes, às vezes vem de graça...
complexo não?!
bjo ariane!
joeysk8 said on 4/21/08 8:33 PM …
buen flog tienes:D te cuidas muchoo :D te agrege a favoritos :D
ahi agregame a los tuyos :D
buskate aki en mis Faboritos ^^
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