7/4/09
'Já não tenho dedos pra contar de quantos barrancos despenquei, de quantas pedras me atiraram e quantas atirei...'
Eu não via os carros, eu via a criança que não se importava com nada. Não via a dor, não via a discussão, não via meu tormento e também não via os carros. Só via o momento e as coisas boas. A criança se via.
E eu via você.