Amonteph
Boulevard of Broken Dreams
Green Day
I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don`t know where it goes
But it`s home to me and I walk alone
I walk this empty street
On the Boulevard of Broken Dreams
Where the city sleeps
and I`m the only one and I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow`s the only one that walks beside me
My shallow heart`s the only thing that`s beating
Sometimes I wish someone out there will find me
`Til then I walk alone
Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah, Aaah-ah,
Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah
I`m walking down the line
That divides me somewhere in my mind
On the border line
Of the edge and where I walk alone
Read between the lines
What`s fucked up and everything`s alright
Check my vital signs
To know I`m still alive and I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow`s the only one that walks beside me
My shallow heart`s the only thing that`s beating
Sometimes I wish someone out there will find me
`Til then I walk alone
Ah ah, Ah ah, Ah ah, Aaah ah
Ah ah, Ah ah
I walk alone
I walk a...
I walk this empty street
On the Boulevard of Broken Dreams
Where the city sleeps
And I`m the only one and I walk a...
My shadow`s the only one that walks beside me
My shallow heart`s the only thing that`s beating
Sometimes I wish someone out there will find me
`Til then I walk alone...
“ As vezes, custo a esquecer meu passado, sinto que ainda caminho sobre esse contingente, um fardo pesado sobre minhas costas...porque me sinto assim tão sozinho?”
Amonteph questionava-se sentado na fina camada de neve que cobria a relva, próxima ao castelo da Ilha AK, encostado sobre o tronco de uma velha árvore, cujas folhas já haviam caído pelo frio do inverno. Seus finos e lisos cabelos negros desciam por sua face, diante dos radiantes olhos azuis, claros, contrastando com a sua pele clara.
Uma expressão entristecida tomava conta de seu rosto, enquanto embriagado em seus pensamentos, o vento uivava carregando alguns flocos de neve.
Amon se deitava na neve, a mão direita atrás da nuca. O frio não o atingia, não o sentia, e preferia-o, achava mais agradável.
-Ainda me lembro de você... Do seu sorriso... De suas palavras... Eu não me sentia tão vazio por dentro como agora!Por mais perto que eu esteja dos outros, é como se não me fizessem diferença... Sinto-me tão sozinho com eles como se tivesse distante, longe em pensamentos e em alma...
Sempre falava em tom baixo e calmo... Sua voz era em levemente agravada, mas ainda sim docemente tenra.
Seu olhar percorria a neve, se virando de bruços como se fosse abraçar o chão, suas mãos pegavam no gélido local, apertando com um leve desespero de quem não compreende o ocorrido, deixando algumas gotas correrem por entre os dedos, e lágrimas escorregarem pela face jovial.
Vários pensamentos antigos vinham em mente, de quando era um garoto e de como foi cuidado por sua amiga, de lindos cabelos ruivos, levemente cacheados. Lembrava de seus olhos azuis refletindo a noite estrelada da janela do quarto onde dormiam juntos, sentindo o calor ardente da paixão, dos beijos entorpecidos de desejos e amor, mas agora, parecia tudo confuso, tudo estranho, como se tivessem lhe arrancado a alma, a razão da vida, até o momento em que viu na janela do castelo, a bela jovem Aimée, de olhar triste, que sem motivos aparentes o observava com receio.
Amon ergueu seu olhar a janela e logo a doce Aimée retirou sua bela presença de lá, com envergonhada, voltando-se ao quarto.
Ele se levantou e abraçou a árvore, deixando o corpo escorrer por ela, caindo ajoelhado, somente deixou o rosto junto ao tronco, os braços largados, tocando ao chão.
-Antes.. eu era sozinho... sempre caminhei por essa estrada, solitário, que se chama vida...quando lhe conheci, você me ensinou a viver, e a amar mas depois que você se foi, eu tranquei meu coração para não sofrer mais... mas acho que está mais do que na hora para eu entregar a chave dele a alguém...ao menos tentar isso novamente... não deu certo com Myaku, mas espero que dessa vez, a chave seja a certa para atingir meu âmbito do coração!
Ele se levantou diante da arvore, a olhou mais uma vez.
-Obrigado por ter sempre ficado do meu lado, nunca irei lhe esquecer, e obrigado mais ainda por ter me feito entender a vida e os sentimentos dela!
Amon virou as costas para a árvore, onde acima, no tronco, em um lugar alto, havia escrito “Adrianne 1984-2003
“My only boulevard of my broken dreams”
(obs: os olhos dele estão vermelhos, mas o amon tb tem horas q fica com eles vermelhos, espero que tenham gostado!!)
que fowfo ^^
Filhotinh du Phoyu \\o/
bejinhs p vc Sly XD